
E você vai se despedindo da minha vida,
cada vez mais.
Minhas ruelas não mais terminam
na praça de seus braços, óh rapaz.
Seus olhos não mais me guiam,
por onde passo.
De minhas mãos não mais encontro embaraço.
De mim pela contrapartida do tempo foi tomada a compaixão,
Despedindo de minha vida,
sem rastros mas feridas.
Restou-me tal sequela em meu pobre coração.
Sequela esta permitida,
E me sacio desta vida,
sabendo que um dia parti.
Agora estou esguarnecida,
Valha-me Deus, pois te esqueci[...]
Enquanto usarmos nossas noites "não apenas para descansar", podemos sonhar e sermos passáros livres que sonhamos ser. Livres das preocupações e medos que o chão nos trás, recusando o rastejar dos dias em cima de nossas próprias limitações. Quando voamos vemos de cima e abrimos a oportunidade de enxergar infinitas possibilidades. Quando se sonha, pairamos no ponto mais alto e belo de nosso ser: A nossa liberdade. Permita-se voar...(Jessica Assis)
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Tua Partida.
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