E a verdade é que quando estamos nos sentindo baixos, de todas as saídas sei que não é o isolamento. Quando estamos tristes, pensamos em basicamente pôr-nos no canto mais isolado que se for possível achar. Pomos na cabeça que precisamos ficar sozinhos, para pôr as ideias para funcionar, os planos em prática e as esperanças em órbita. É necessário sim, por ventura , caminhar aqui ou ali para esparecer talvez. Espantar seus demônios e libertá-los para mais longe possível. Todo mundo sem excessão tem seu dia de amargura, irritação; toda alma por mais saudável que seja adoece ou estremecer mesmo que por momento, não há como evitar este legado que aceitamos ao viver. E sabe o que mais? Faça! Não deixe que o desânimo te tire a vontade de permanecer de queixo erguido perante qualquer dificuldade, ainda mais quando esta dificuldade está dentro de você mesmo. Levante da cama, conte até dez. Não se permita ser um imã de negatividades, acredite no seu potencial. Não se esconda por trás de uma lágrima, e não se prenda a fatos que não existem. E por favor não fuja das pessoas para se encontrar; tente encontrar-se com elas e verá que talvez possa fugir de você mesmo.
Enquanto usarmos nossas noites "não apenas para descansar", podemos sonhar e sermos passáros livres que sonhamos ser. Livres das preocupações e medos que o chão nos trás, recusando o rastejar dos dias em cima de nossas próprias limitações. Quando voamos vemos de cima e abrimos a oportunidade de enxergar infinitas possibilidades. Quando se sonha, pairamos no ponto mais alto e belo de nosso ser: A nossa liberdade. Permita-se voar...(Jessica Assis)
domingo, 24 de outubro de 2010
Se isolar ou não: eis a questão.
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