Enquanto usarmos nossas noites "não apenas para descansar", podemos sonhar e sermos passáros livres que sonhamos ser. Livres das preocupações e medos que o chão nos trás, recusando o rastejar dos dias em cima de nossas próprias limitações. Quando voamos vemos de cima e abrimos a oportunidade de enxergar infinitas possibilidades. Quando se sonha, pairamos no ponto mais alto e belo de nosso ser: A nossa liberdade. Permita-se voar...(Jessica Assis)
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
A torrente de teus olhos.
Traiçoeiras lágrimas faziam festa ao salientar o par de olhos marejados. Marcavam o rosto com a notável coloração da dor e escorriam, descendo ligeira e suavemente. Cada lágrima expulsada era uma pequena dor em forma de agulha retirada de seu coração. E com o tempo o choro tornou-se exorcização daquele coração enfermo. Respirava ao sentir alívio, até que tornava-seleve como se tivesse em si todo o ar que sempre lhe faltara. Ela fazia disso um hábito, dáva-lhes o coração para os maus-tratos e retirava suas agulhas bem baixinho antes de dormir. E ela bem sabia que este tratamento era provisório, mas nem ligava, nem ligava.
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