
Estamos na eterna fuga dos ponteiros de um relógio que palpitam sempre a perda das horas, nunca o ganho. A cada vez que os ponteiros insistem em bailar em busca de seu curso é sempre debitada uma parcela de tempo. 'Não temos tempo a perder', somos jovens, cheios de frescor, recém postos fora das asas protetoras de nossos pais. E digo: Tremenda perda é insultar e tentar fazer parar o tempo . Além de ser loucura, é tolice. Não é necessário parar o tempo para lidar com ele, é preciso entendê-lo. Não espere uma trégua do tempo.O tempo não pára, e disso não se pode fugir. Há um mundo lá hora pronto pra ser vivido. Depende de você se quer viver nele.
Enquanto usarmos nossas noites "não apenas para descansar", podemos sonhar e sermos passáros livres que sonhamos ser. Livres das preocupações e medos que o chão nos trás, recusando o rastejar dos dias em cima de nossas próprias limitações. Quando voamos vemos de cima e abrimos a oportunidade de enxergar infinitas possibilidades. Quando se sonha, pairamos no ponto mais alto e belo de nosso ser: A nossa liberdade. Permita-se voar...(Jessica Assis)
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Tempo Perdido.
O Ato De Viver.

O tempo é curto; em menos de um segundo podes descobrir uma doença e podes viver encucado com ela pelo resto de seus dias, ou podes simplesmente minimizá-la e não dar tanta condição a este pequeno mal. Podes perder um amor, sofrer, espernear; ou simplesmente fazer-se conformar, acalentar tua alma, dar-te tempo, um momento só pra ti. Podes reclamar de teus cabelos brancos, ou vê-los como marcador de experiências. Odiar tuas rugas, ou deixar claro por através delas as marcas de vivência que tens. Podes sofrer com tuas tristezas, ou acreditar na tua felicidade. Sentir-se só, ou buscar companhia. Podes fazer-se de vítima dos problemas da vida, ou fazer esses problemas vítimas perante você. Podes achar-se sem amigos, ou investir em novos. Como já dizia um grande sábido que muito me atiça o pensar, Senhor Chaplin, "A vida é muito para ser insignificante". Não passe pela vida, e não deixe que a vida passe. O importante não é quanto mas como se viveu. De nada vale ter vivido teus 89 anos e nunca ter-se proporcionada momento de plena alegria, afinal? Não leves a vida assim com esta formalidade, afroxe a gravata. Só seja feliz, independente do que te fazes sentir assim. Se aprecias um bolero à tarde, um pôquer pela manhã, cozinhar para uns queridos, amores informais, beber umas e outras, acho que no fundo não importa. É necessário às vezes viver em normalidades e loucuras pra encontrar a verdade felicidade. Encontre o que te fazes bem, e agarre isto. E leve este ensinamento para sempre, e perpertue entre os seus. Não aceite a falsa crença de que a geração passada era mais feliz. A felicidade é e deve ser um bem acessível à todos. E que assim seja afinal. "Embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu." (Luíz Fernando Veríssimo).
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Estranha Peculiar.

Ela anda curtindo um 'yeahyeahyeah', cai de rir, se diverte com os amigos.Tem dúvidas e preciptações, e pelo que me consta anda agindo por impulso, canta no chuveiro (e em qualquer lugar), e esconde tristezas por trás de seu sorriso. Já teve seu coração partido e o remendou, e está aqui de pé! Procura um diferencial nas pessoas, e imagine? Ainda acredita no amor! Vê beleza demais nas coisas simples, perde tempo em demasia para tomar decisões; mas logo percebeu que as decisões em que não pensa muito, são as mais eficazes. Se emociona com um conjunto de acordes bem tocados, aprecia uns papos intelectuais de vez em quando, que tem paixão por escrever apesar de nem ler tanto assim. Tem necessidade súbita de sair aos fins de semana, mas sempre acaba ficando em casa com seus velhos queridos pais e seu irmão totoca, e sempre acaba percebendo que não há nada mais valioso que isso. Define-se por bipolaridade em pessoa, icognita da sua própria equação, enigma de seu próprio universo. É, a garota tem um universo, que guarda no bolso e entra quando o o universo real não está tão divertido assim. Acredita?! Não tem certeza alguma do que quer ser da vida. Mas sabe muito bem o que a vida quer dela. Veio ao mundo com o propósito de ser feliz. Ela não se importa como ou quando. Para ela no fundo,tudo isso não faz muita diferença afinal.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
With love to a 'Fool on the hill'.

Sinto-me frustrada. Frustrada por ver as fotos de um homem que muito admiro; um cara boa gente. Fez um show recentemente muito longe de casa. Muito longe da minha, inclusive. Mas o que são horas no avião, o que é uma grana a mais gasta, o que é abrir mão do conforto; quando você poderia estar ali tão perto do exemplo vivo de música. Que aos plenos sessenta e poucos ainda é capaz de fazer-te saltar em queda livre ao mundo do rock! Que te propõe um fuga imediata com Band On The Run, ou faz-te pensar no dia que passou com Yesterday. Que tem energia de sobra para clamar um Helter Skelter, e faz milhares cantar em unissono o hino Hey Jude. Que te inspira, que te alegra. Sim, é verdade. Descobri em suas músicas, em seu jeito jovem e brincalhão, em seu amor tão transpassado à acordes e letras uma forma de sentir-me melhor. Mais em casa, mais em paz. O que é uma música que palpita um "tire suas asas quebradas e aprenda a voar" quando o que você realmente precisava ouvir é isso? O conselho certo, no momento certo. É como se me conhecesse, como se cada verso dispersado por ele tivessem o incrível poder de minimizar dores, refrigerar minha mente, acalmar meu coração e despertar a esperança; que dormira por muito tempo. Quem é este homem que move multidões a seu encontro sempre com um sorriso no rosto? Que nos faz sair de casa ou até ficar , mas pôr-nos em busca de suas palavras confortantes que se encaixam tão bem a nossas gargantas? Quem é ele? Billy Shears ou não, ele continua sendo um grande herói. Um grande exemplo, um grande homem. Te admiro com todas as minhas forças, e tentarei com elas ver-te um dia. Até logo, Sir James Paul Mccartney. "Let it be, there will be an answer, let it be..." por uma eterna fã,
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Quebrada por dentro.

" Seus sentimentos esconde, seus sonhos não encontra, está perdendo a cabeça, está ficando para trás. Ela não consegue encontrar seu lugar, está perdendo a fé. Está caindo na desgraça, ela está em todo o lugar .Ela quer ir para casa , mas não há ninguém em casa. Do jeito que mente, quebrada por dentro. Sem lugar para ir, sem lugar para ir. Para secar seus olhos, quebrada por dentro[...]" (Nobody's Home- Avril Lavigne).
domingo, 21 de novembro de 2010
What a hell is depression?

Mas o que é estar deprê afinal?
Estar deprê é estar cansado,
desanimado, acanhado,
um tanto descuidado?
Acho que não.
Estar deprê é não estar por cima,
ser mulher e se sentir menina,
é estar no chão?
É viver olhando pros cantos por precaução?
É não se entender,
é se entender demais?
Reclamar dos filhos ,
é brigar com os pais?
É o querer excessivo,
é desinteresse repentino?
É estar carente,
ou calar-se um pouquinho?
É precisar de gente,
Ou será querer estar sozinho?
É a escassez,
É o excesso?
É a necessidade de um recesso?
É sonhar demais,
é sonhar de menos?
É ser grande e
sentir-se pequeno?
É querer amor e não alcançar,
é viver sorrindo mas querer chorar?
Me diz, o que é "deprê" afinal.
Mas não hesite, não demore.
Preciso saber se sou normal[...]
sábado, 20 de novembro de 2010
Custos.

A gente custa um certo tempo para remendar um coração, e entende que um coração mal remendado ocasiona uma eminente regressão a todo o tratamento. A gente custa um certo tempo a descobrir qual a pose ideal para tirar foto, e passa a dar mais mérito a isso. A gente custa um certo tempo a aceitar que o mundo não gira em torno de nós. Custa a encarar situações da qual nunca imaginávamos passar, e custa a ver no futuro o quão boba toda aquela situação problema é a final de contas. Custa a perceber que é necessário ter fé em algo, não importa o que seja. A gente custa a suportar a dor de perder um ente querido, e embora o processo seja particular a cada um dos casos, nós sempre acabamos encontrando meios e circuntâncias viáveis para isso. A gente custa a permitir-nos crescer. A gente se desliga e se afixa de um tempo, e de uma hora para outra se vê tão grande, tão velho, tão formado, tão vivido, mas ainda tão menino. A gente custa adotar a ideia de que a vida é um constante aprendizado, a cada dia o mundo permite-se dar-nos um encorajamento ou ensinamento, tudo faz parte da nossa necessidade. Dificuldade são impostas a fim de que sejam superadas e que você aprenda com elas, garimpando de forma promissora , fazendo você mesmo achar respostas às perguntas. Todo dia um desafio é nos imposto. Sendo para falar em público, abrir uma lata de sardinhas, ajudar alguém ou ser ajudado. Cabe a nós aceitarmos ou não. A gente custa a aceitar tudo. A aceitar o mundo e as regras impostas por ele. A gente custa a se aceitar, e ficamos por muito tempo na guerra infundada contra nós mesmos. A gente custa a enxergar que nosso maior e eterno aliado sempre será o nosso eu. Como ser aceito pelo mundo, se a sua auto-aceitação ficou pelo caminho? A gente custa um tempo a perceber o quanto precisa das pessoas, e o quanto um simples sorriso pode mudar nosso dia. A gente custa tempo demais fugindo do amor. A gente mal percebe que é ele que enobrece e engradece o melhor dos homens. A gente entende que aquele amor juvenil não era tão amor assim, e permite-se rir de você mesmo quando acreditava cegamente estar vivendo um romance Shakespeariano. Mas por fim a gente custa a assimilar que é necessário crer no mundo, na paz, num político; acreditar na prosperidade,acreditar na bondade das pessoas, e acreditar no poder de suas próprias ações; é necessário acreditar no futuro, acreditar ter voz, acreditar fazer a diferença, acreditar em seus sonhos. Mas principalmente, te custará algum tempo para mesmo sem entender, acreditar plenamente em você. "Um grão de arroz pode mudar a balança". Don't stop to believe. (Reflita).
Love Game.

Como é difícil superar ser esquecido. Como é difícil encarar olhos indiferentes, braços frios, expressões gélidas, atitudes tão cheias de desdém, pensamentos indecifráveis. Como é difícil se pegar pensando nesse tal alguém. Como é revoltante. Como é decepcionante sua falta de controle. E o pior de tudo é que você não tem escolha. Você tem que entrar nesse jogo de frieza; que você tanto abominou por todo esse tempo. Quando um dos jogadores domina o jogo, você tem que jogar de acordo com ele. Mas tudo vira um caos quando ele domina o jogo sem ao menos estar jogando[...]
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Um Pequeno Recado Para Um Lindo Garoto.

"Feche os olhos, não tenha medo. O monstro se foi, ele está correndo, e o papai está aqui [...] Antes de dormir faça uma pequena oração. Todos os dias, em todas as formas estão ficando cada vez melhores[...] Mal posso esperar para ver você ficar mais velho, mas acho que ambos temos que ser pacientes! Porque é um longo caminho a seguir , uma vida para vencer. Sim é um longo caminho a seguir, mas nesse meio tempo... Antes de atravessar, pegue minha mão. A vida é o que acontece com você enquanto está ocupado com outros planos. Querido, querido Sean[...]"
Entendimento e Aceitação.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Eternamente.
Sinto falta do tempo em que era feliz e não sabia. Mais precisamente do auge dos meus 14 anos, bem vividos eu diria. É uma pena que esse tempo não volte. Em que tinha o controle de tudo e não me importava tanto com quem estava sendo ou não sincero comigo. Do tempo em que mentira era perdoável e traição nem era tão grave assim. Sinto falta de altos papos com uma amiga querida que já não está mais por aqui, talvez por não querer estar. Sinto falta da época em que uma pulseira significava o mundo pra mim, e meu mundo fazia sentido afinal. Sinto falta da época em que minhas pernas tremiam a frente de meu eminente primeiro beijo, sinto falta das tardes de amor que vivi, do frio na barriga que senti, e da minha convicção besta que tinha aprendido tudo. E acho que tem uma lição por trás disso: memórias e momentos são finitos para que possamos dar a eles seu verdadeiro valor. E ao contrário do que a gente pensa talvez seja melhor não ter a capacidade de voltar no tempo e viver de novo, repetindo os erros ou culminando acertos. Um beijo não teria a mesma significação se pudessemos ir lá e vivê-lo de novo. Certas coisas são simplesmente memórias eternizadas para sempre em nossas mentes, sendo perfeitos ou imperfeitos como foram. Isso não é ruim. A gente só está aprendendo a valorizar cada momento hoje que logo virará uma memória amanhã. Portanto valorize-as, você não vai vivê-las novamente.
Aceite ou não um conselho cordial: Não é preciso ócuspócus, máquina do tempo, ampulheta mágica ou coisa parecida para dar valor ao que vive ou viveu. Portanto livre-se do fardo de viver no passado, e concentre-se no agora; desate suas amarras dele. O que já foi já foi, a vida segue seu curso leve e breve, e leva de nós coisas boas, ruins; mas deixa sempre conosco o a capacidade doce da lembrança. Fuja da regra besta de que pra dar valor tem que perder. Só você pode mudar isso.
domingo, 24 de outubro de 2010
Um Quase Amor.
Eu costumava debulhar-me em intermináveis lágrimas quando ouvia essa música. Era tão suave e branda; quase como um breve desabafo da minha alma transcrito e posto em tal música. Só me entende plenamente quem já fez sofrer, sofreu de amor ou da falta dele. É tal terrível fase em que estamos extremamente sensíveis. "Um caco emocional", eu diria. A gente perde o rumo, perde o chão. Começa a se acostumar com tal vida que estava levando, tendo a plena certeza de que se caísse teria um certo alguém para nos socorrer. É tremendo choque quando nos damos conta que esta pessoa não esta mais lá. E é ai que sofremos e choramos em demasia. Os olhos cansados de chorar, quase já secos; mas a alma permance pesada da mágoa e tristeza que obteve em tão curto tempo. Pequenas frases, músicas ou fragmentos que simbolizem um fiapo refinado de nossa terrível decepção já é o suficiente para que amenizemos mesmo que insigficantemente o doloroso néctar de desamor que por nós percorre. E talvez seja por isso que eu tenha postado tal trecho, que há alguns tempos atrás, não suficientes para ser dizer época, eu tenha me identificado extremamente a tal música. É difícil expor que nosso pobre coração foi fragmentado. Mas é necessário dizer que só está por ai, procurando e catando seus pedaços; quase suplicando para que viva bem sem eles. Sempre teremos as lembranças, e por mais que doa temos que aceitar que não passam de meras recordações. Acho que ninguém nunca foi hábil o suficiente para reparar o quanto sofri em pról de tudo o que passei. Devem ter achado: "Foi só um garoto." Talvez tenha sido, mas não é tão fácil. Cair é sempre desestabilizante, não importa qual seja a intensidade da queda. Talvez eu tenha me apaixonado por ele ou pela forma que me senti. Sempre quis encontrar o tal amor que meninas bregas e românticas como eu procuram nesta idade; e quando achei, agarrei-me tão forte a ele. Esqueci do detalhe de que quando a gente se agarra forte a algo sem base esse algo se destrói. E foi o que ocorrera. Por isso, deixe-se gostar e desgostar de certas coisas se seu coração está partido. Assim como muito na vida isso é uma fase, e por mais que não pareça ela vai passar assim como sua resistência em tentar amar de novo. Só quem já teve o coração partido pode se apaixonar por um; encontre o seu. Colete uns quase amores, quem sabe encontrará em meio a tropeços, um amor de verdade desta vez.
"Um coração partido é um sinal de que não era para ser."
Se isolar ou não: eis a questão.
E a verdade é que quando estamos nos sentindo baixos, de todas as saídas sei que não é o isolamento. Quando estamos tristes, pensamos em basicamente pôr-nos no canto mais isolado que se for possível achar. Pomos na cabeça que precisamos ficar sozinhos, para pôr as ideias para funcionar, os planos em prática e as esperanças em órbita. É necessário sim, por ventura , caminhar aqui ou ali para esparecer talvez. Espantar seus demônios e libertá-los para mais longe possível. Todo mundo sem excessão tem seu dia de amargura, irritação; toda alma por mais saudável que seja adoece ou estremecer mesmo que por momento, não há como evitar este legado que aceitamos ao viver. E sabe o que mais? Faça! Não deixe que o desânimo te tire a vontade de permanecer de queixo erguido perante qualquer dificuldade, ainda mais quando esta dificuldade está dentro de você mesmo. Levante da cama, conte até dez. Não se permita ser um imã de negatividades, acredite no seu potencial. Não se esconda por trás de uma lágrima, e não se prenda a fatos que não existem. E por favor não fuja das pessoas para se encontrar; tente encontrar-se com elas e verá que talvez possa fugir de você mesmo.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Medo de Amor.

"E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro. Passa a dor do amor, vem a trégua, o coração limpo de novo, os olhos novamente secos, a boca vazia. Nada de bom está acontecendo, mas também nada de ruim. Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos. Que corajosos somos nós, que apesar de um medo tão justificado, amamos outra vez e todas as vezes que o amor nos chama, fingindo um pouco de resistência mas sabendo que para sempre é impossível recusá-lo."
Martha Medeiros.
Fragmentos de um amor.

Ei acorde! O mundo não é um mar de rosas, nem tampouco de espinhos. Então porque não abres essa cara e para de se colocar tão para baixo?Andas tão triste, e teu sorriso és tão belo; deixe que nos ilumine desta vez. Ponha no corpo a tal roupa anatômica que tanto gostas, e de que gosto também. Sinta-se a vontade por aqui. Tome este buquê de margaridas, que sei muito bem que tanto gostas! Este campo nunca andou mais belo, não é mesmo? Que tal passear por lá rapidamente enquanto desvendo o enigma de seu olhar? Conte-me seus segredos, seus anseios, seus receios, conte-me sobre você. Ensina-me sobre ti, o que fazer e o que falar! Depressa, pois anseio esta novidade que me espera. Anseio te amar[...]
Competições.

A gente se julga tão especial às vezes. Digo, a cada dia mais tento achar em mim motivos para permanecer crendo nessa louca e insana existência a que pertence. Tento pensar em algo em que seja boa, e me concentro nisso. Aposto minhas fichas, todas talvez. Aposto meu futuro, meu sonho, minha profissão, meu sucesso, minha felicidade. Porém nada se compara a dor de ver algo em que tanto acreditava nas mãos cruéis da futilidade. É difícil aceitar que a gente não era tão especial assim, e que as fichas tornam-se inúteis agora. É difícil, quase insuportável. Você dá um sorriso torto, tenta demonstrar o mínimo de consideração perante o outro. Se repele por estar sendo tão insensata e infantil. As pessoas tem o direito de desfrutar dos melhores frutos e plantar os seus também. Aprenda a compartilhar as coisas boas que se descobrir capaz de fazer. Não encare com levianidade tudo isso. Não se trata de uma partilha, se trata de uma aceitação. O mundo não teria chegado onde chegou sem ela. A concorrência é bela e sadia se aprendes a conviver com ela. Aprenda! Aprenda bem, e de forma permanente. Se conseguir ótimo; me ensine!
sábado, 16 de outubro de 2010
Trivial.

Já são duas, e o doce manto do sono não me embalara ainda. Estás ligeiramente atrasado, eu diria! Por certo, o fato de iniciarmos o horário de verão hoje ajudou, amenizando meu total desinteresse em visitar a terra dos sonhos. Uma terrível onda de descaso tomou-me, sinto-me uma reles náufraga de uma noite não dormida; ao som de roncos que ecoam por toda casa, tento preencher o vazio que me invade. Coloquei algumas músicas de meu seleto agrado, corri atrás habilmente de certas que coisas que me interessavam, e notei como é doloroso entrar em combate e não encontrar êxito. Gastamos tempo demasiado com trivialidades. Estas não passam de distrações persistentes, nada mais. A peleja fica mais suave quando a gente por fim entende isso. E aceite o terno conselho de uma veterana de guerra que cansou de lutar contra si: ache suas trivialidades, e tenha a absoluta certeza de que não se permitirá investir o valioso tempo que possui nelas. Vá ler um livro, ver um pôr-do-sol, dançar em seu quarto, ligar para seu amor, procurar um ou fazer-se crer nele. Mas poupe-se de trivialidades. Elas são um terrível ócio à uma mente produtiva e objetiva. Corra pra longe, corra pra perto. Corra por certo, corra pro centro. Corra para você mesmo.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Perdão.

Perdoe-me por nunca faltar-lhe com a verdade e por ser tão sincera. Por cobrar tanto a mais clara e límpida sinceridade que pudesse me ofertar. Perdoe-me por simplesmente não me importar, e não pedir que voltes a meu porto. E por mais que me parta a alma tenho ciência de que assim viverei mesmo que contra minha vontade, sem você ao meu lado. Perdoe-me por agir assim como você, copiar seus descompassos e seu modo de imediato aceitação a um fim. Perdoe-me por não me importar mais e retirar o fardo tão pesado que insistia em permanecer por sobre meus ombros. Perdoe-me pela falta de competência em não ter o que dizer; por não ter a válvula que permitisse que me redimisse para contigo ou minizar as dores que manifestaram-se com o tempo. Perdoe-me por não ter me atraído por suas desculpas e por nem se quer por não tê-las ouvido . Perdoe-me por crer sermos o que não somos e por possuir a estúpida mania de esquematizar romances da qual nunca pertenci. Perdoe-me por ter dito algo que não foi de seu agrado, e tenha a plena certeza de que a última coisa no mundo que queria é te fazer sofrer, pois você não só pertencia a meu mundo mas como exercia o papel dele. Perdoe-me por não ter tido a intenção e ter-lhe feito sofrer, por feito essa farsa durar excessivamente, apenas causando-nos dor e desprezo. Perdoe-me por não ter omitido completamente nada a você, e por acreditar que essa seria a chave para qualquer coisa promissora antes fosse ao seu lado. Perdoe-me por ter me entregado legitimamente a ti. Perdoe-me por ter sido assim tão eu[...]
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Conselho.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Selo de Autenticidade.

Chega uma determinada hora de nossas vidas em que entendemos que tudo e qualquer coisa que gira em torno de nosso eixo só depende de nós. E que nosso mundo só faz verdadeiro sentido quando permitimos e aceitamos tal legado. Não podemos cobrar demais, forçar-nos a ser o que não somos, forçar laços de amizade, nem mascarar nossa face, calar nossa alma, silenciar nosso coração. É necessário ser autêntico. Ao ser autêntico você está automaticamente permitindo que o resto do mundo seja também, ocasionando uma área mais leve mais fácil de ser vivida. Porque tem dias que só queremos ficar na nossa; com nosso "pouco com Deus é muito", em paz, quieto, calado, quase enclausurado dentro da camisa de força imaginária que permitimo-nos usar. Somos espectadores da vida, e esperamos que ninguém repare em nós por algum tempo, e a tristeza caros amigos é que tanto assim desejarmos como bons merecedores acabamos conseguindo. Mas a gente volta como sempre, sendo quase livres, quase escravos de nossas tarefas corriqueiras, de nossas obrigações eternas. Sendo autêntico sua vida sai das mãos de atos de sobrevivência; sua vida transporta-se a vivência, que é o que realmente importa. Viva apenas, mas não sobreviva. E é isso, é isso que te faz humano, posso sentir! Da vontade ficar mais 5 minutos na cama, sua falta de paciência com gente impaciente, sua transposição verídica de sentimentos, sua vontade de modificar o mundo ou sua vontade de modificar-se ; ser quieto ou irrequieto, tímido e calado, falante e extrovertido. Contradições a parte por uma mesma causa. Autenticidade. Cultive, respeite, almeje, perpetue e adote essa ideia. Você se surpreenderá!
Saudações.
Segue em anexo uma foto de ‘O Perfeito Falante’:




























